O ato de expor. Breves considerações a propósito d’A Perspectiva das Coisas. A Natureza-Morta na Europa. Segunda parte: séculos XIX-XX (1840-1955)
Este texto consiste numa análise da exposição temporária A Perspectiva das Coisas. A Natureza-Morta na Europa. Segunda Parte: Séculos XIX-XX (1840-1955) realizada na Galeria de Exposições da Sede do Museu Calouste Gulbenkian (Lisboa). Partindo da ideia que o ato de expor envolve uma perceção global...
Salvato in:
| Pubblicato in: | URI:https://journals.openedition.org/midas, |
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| Autore principale: | |
| Natura: | Article ou chapitre numérique |
| Lingua: | Portugais |
| Pubblicazione: |
MIDAS
2013
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Riassunto: | Este texto consiste numa análise da exposição temporária A Perspectiva das Coisas. A Natureza-Morta na Europa. Segunda Parte: Séculos XIX-XX (1840-1955) realizada na Galeria de Exposições da Sede do Museu Calouste Gulbenkian (Lisboa). Partindo da ideia que o ato de expor envolve uma perceção global e aturada dos procedimentos que estão na sua base, entendidos como o produto da conjugação das vertentes conceptual e prática, esta abordagem pretende enfatizar alguns dos aspetos que medeiam essa ampla e complexa trajetória. Tendo em vista este propósito, elegemos como pano de fundo de reflexão a bibliografia publicada sobre a mostra, o ciclo de conferências nela integrado, bem como a entrevista por nós realizada, em 2010, a Mariano Piçarra, designer do Museu Calouste Gulbenkian e autor do projeto museográfico que a nossa análise contempla. |
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