O museu como laboratório: Análise da exposição VI Jovem Arte Contemporânea

Este artigo propõe uma reflexão sobre a exposição VI Jovem Arte Contemporânea, realizada em 1972 no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (Brasil). São analisadas as estruturas inovadoras em que esta exposição se organizou, ou seja, a partir da construção da ideia de um museu-labo...

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Bewaard in:
Bibliografische gegevens
Gepubliceerd in:URI:https://journals.openedition.org/midas,
Hoofdauteur: Louzada, Heloisa Olivi
Formaat: Article ou chapitre numérique
Taal:Portugais
Gepubliceerd in: MIDAS 2016
Onderwerpen:
Online toegang:Accès Université d'Orléans et IFPM
Accès Université d'Orléans et IFPM
Omschrijving
Samenvatting:Este artigo propõe uma reflexão sobre a exposição VI Jovem Arte Contemporânea, realizada em 1972 no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (Brasil). São analisadas as estruturas inovadoras em que esta exposição se organizou, ou seja, a partir da construção da ideia de um museu-laboratório e também de acordo com o contexto político e social mais amplo, traçando dados comparativos com a exposição Documenta de 1972, paradigmática neste período, e os debates organizados pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM). Para este efeito, tomou-se como base documental os textos de época elaborados pelos próprios artistas que participaram na mostra e no catálogo da exposição. A exposição VI Jovem Arte Contemporânea foi um importante marco entre as exposições realizadas no museu durante a década de 1970, colocando em prática as discussões sobre o estatuto da arte contemporânea e a importância de um museu-laboratório, realizadas dentro do próprio museu e também a nível internacional, propondo uma nova forma de pensar o fazer crítico na própria instituição direcionada para a arte moderna e contemporânea.