O que quer que se diga sobre Rui Mário Gonçalves não é tudo…
Rui Mário Gonçalves (1934-2014) é um nome incontornável da crítica da arte portuguesa. A sua ação estendeu-se por várias décadas e deixou marcas no panorama cultural português. Partindo da análise da documentação disponível no arquivo da Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), são elencados alguns momen...
Gespeichert in:
| Veröffentlicht in: | URI:https://journals.openedition.org/midas, |
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| Hauptverfasser: | , |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Sprache: | Portugais |
| Veröffentlicht: |
MIDAS
2016
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| Schlagworte: | |
| Online Zugang: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Zusammenfassung: | Rui Mário Gonçalves (1934-2014) é um nome incontornável da crítica da arte portuguesa. A sua ação estendeu-se por várias décadas e deixou marcas no panorama cultural português. Partindo da análise da documentação disponível no arquivo da Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), são elencados alguns momentos do relacionamento de Rui Mário Gonçalves com esta instituição. Verifica-se a importância da FCG quer no seu período formativo, por via da concessão de uma bolsa de estudo em Paris, quer posteriormente, nos anos de afirmação e consolidação da sua carreira como historiador e crítico de arte. Neste campo, é dado especial enfoque à sua relação com as exposições promovidas pela FCG, quer enquanto crítico, quer enquanto seu interveniente direto. Não se pretendendo neste artigo fazer uma revisão da biografia cultural e artística de Rui Mário Gonçalves, pretende-se contudo dar um primeiro contributo para o estudo desta personalidade e da sua ação, assinalando vários temas que poderão – e deverão – ser alvo de futuras investigações. |
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