O lugar obscuro: a representação dos museus no cinema e o caso de Museum Hours
Este artigo tem como ponto de partida a seguinte questão: como são representados os museus no cinema de ficção? A resposta a esta pergunta é estruturada, em primeiro lugar, pela análise da natureza representativa do cinema e de uma ideia de crítica ao museu (afinal, o objeto representado). Num segun...
Kaydedildi:
| Yayımlandı: | URI:https://journals.openedition.org/midas, |
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| Yazar: | |
| Materyal Türü: | Article ou chapitre numérique |
| Dil: | Portugais |
| Baskı/Yayın Bilgisi: |
MIDAS
2016
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| Konular: | |
| Online Erişim: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Özet: | Este artigo tem como ponto de partida a seguinte questão: como são representados os museus no cinema de ficção? A resposta a esta pergunta é estruturada, em primeiro lugar, pela análise da natureza representativa do cinema e de uma ideia de crítica ao museu (afinal, o objeto representado). Num segundo momento, através da visualização de “cenas de museu” em contexto de filmes de ficção ao longo da história do cinema, propõe-se uma tipificação ou categorização da representação do museu neste tipo de cenas (como espaço especular, de desordem e obscuro) que evidencia a dessintonia entre a autorrepresentação do museu e a visão que o cinema faz dele e que nos permite concluir que se o museu se vê como um lugar “luminoso” e “claro”, o cinema vê-o como um espaço “estranho” e “obscuro”. Finalmente, pela análise de Museum Hours como uma obra que propõe uma visão do mundo feita a partir do museu, aqui representado como um lugar do quotidiano, demonstra-se a possibilidade de um desvio a esta discrepância representativa com mais de 100 anos. |
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