Cristina Robalo-Cordeiro, O véu de Maia. Relendo Almeida Faria
Como espaço de transição, se for superlativo ou insípido, um prefácio pode induzir o leitor a fechar o livro. Não é por acaso que hoje se opta, regra geral, por denominações mais despojadas e modestas, como introdução, advertência, nota ou abertura. Ou por « Aviso ao leitor », como prefere Cristina...
Sábháilte in:
| Foilsithe in: | URI:https://journals.openedition.org/mcv, |
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| Príomhchruthaitheoir: | |
| Formáid: | Article ou chapitre numérique |
| Teanga: | Espagnol |
| Foilsithe / Cruthaithe: |
Mélanges de la Casa de Velázquez
2022
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| Rochtain ar líne: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Achoimre: | Como espaço de transição, se for superlativo ou insípido, um prefácio pode induzir o leitor a fechar o livro. Não é por acaso que hoje se opta, regra geral, por denominações mais despojadas e modestas, como introdução, advertência, nota ou abertura. Ou por « Aviso ao leitor », como prefere Cristina Robalo-Cordeiro neste ensaio, dedicado ao escritor português Almeida Faria (1943), que contém, aliás, um segundo prefácio (ou introdução) da autora, cujo título não é menos insinuante do que o ant... |
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