A sátira na poesia realista portuguesa
Com as Odes Modernas (1865; 2.ª ed., revista e aumentada, 1875), de Antero de Quental, e com a Visão dos Tempos(1864) e Tempestades Sonoras (1864), de Teófilo Braga, inaugura-se a chamada escola realista portuguesa; ou, dito de outra forma, o período do terceiro Romantismo (de tipo social, à Hugo e...
Shranjeno v:
| izdano v: | URI:https://journals.openedition.org/mcv, |
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| Glavni avtor: | |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Jezik: | Portugais |
| Izdano: |
Mélanges de la Casa de Velázquez
2021
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| Teme: | |
| Online dostop: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Izvleček: | Com as Odes Modernas (1865; 2.ª ed., revista e aumentada, 1875), de Antero de Quental, e com a Visão dos Tempos(1864) e Tempestades Sonoras (1864), de Teófilo Braga, inaugura-se a chamada escola realista portuguesa; ou, dito de outra forma, o período do terceiro Romantismo (de tipo social, à Hugo e Michelet), cujo conceito de poesia continua o empreendimento da primeira geração romântica portuguesa: a atribuição à literatura de uma superior função ética, instrutiva e progressista, de um comprometimento social, ideológico, político e filosófico. Neste artigo, procuro mostrar de que modo a poesia satírica (ou com tonalidades satíricas) de alguns dos mais importantes poetas portugueses de meados do século xix persegue esse objetivo de moralização dos costumes. Abordo autores cuja obra, apesar de muito ou razoavelmente conhecida, tem sido pouco estudada no que tem a ver com a vertente satírica: Antero de Quental, Guilherme de Azevedo, Bulhão Pato e João de Deus. |
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