‘Mudando para o time’: a dimensão coletiva no trabalho de atletas de vôlei de praia

Pensar a dimensão coletiva no esporte apenas como divisão de funções entre os atletas dentro de uma equipe pode esconder todos os debates e dramáticas vividos nesta atividade de trabalho. Deste modo, neste artigo, pretendemos analisar como atletas autônomos de vôlei de praia gerenciam suas vidas pro...

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מידע ביבליוגרפי
הוצא לאור ב:URI:https://journals.openedition.org/laboreal,
Auteurs principaux: Borba, Louise, Muniz, Hélder Pordeus
פורמט: Article ou chapitre numérique
שפה:Portugais
יצא לאור: Laboreal 2019
נושאים:
גישה מקוונת:Accès Université d'Orléans et IFPM
Accès Université d'Orléans et IFPM
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סיכום:Pensar a dimensão coletiva no esporte apenas como divisão de funções entre os atletas dentro de uma equipe pode esconder todos os debates e dramáticas vividos nesta atividade de trabalho. Deste modo, neste artigo, pretendemos analisar como atletas autônomos de vôlei de praia gerenciam suas vidas profissionais na busca de parceiros para formar uma dupla em que seja possível ‘jogar junto’, mesmo quando a organização do trabalho neste esporte é extremamente competitiva e exige uma alta rotatividade entre seus componentes. A partir das contribuições da Ergologia, da Ergonomia da Atividade e da Clínica da Atividade, pressupomos que para um atleta formar uma dupla, montar um ‘time’, é necessário que eles coloquem em sinergia suas competências esportivas e, principalmente, tenham condições de construir referenciais cognitivos e valores comuns que possibilitem a comunicação e cooperação no desenvolvimento do trabalho.