Trabalho, saúde e movimentos sociais : reflexões a partir da experiência em um acampamento rural do MST
O artigo analisa as potencialidades do trabalho coletivo em um acampamento rural do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), referência na América Latina por sua luta pela reforma agrária, soberania alimentar e justiça social. A análise é conduzida à luz da Psicologia Social do Trabalho,...
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| Dans: | URI:https://journals.openedition.org/laboreal, |
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| Auteurs principaux: | , , |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Langue: | Espagnol |
| Publié: |
Laboreal
2026
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| Sujets: | |
| Accès en ligne: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Résumé: | O artigo analisa as potencialidades do trabalho coletivo em um acampamento rural do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), referência na América Latina por sua luta pela reforma agrária, soberania alimentar e justiça social. A análise é conduzida à luz da Psicologia Social do Trabalho, buscando compreender como as práticas de organização e produção coletiva se configuram como utopias concretas na realidade brasileira. Tais práticas são discutidas como espaços de resistência e promoção ativa de saúde, em franco contraponto à precarização e à individualização do trabalho impostas pelo contexto neoliberal. O texto aborda o trabalho como mediação fundamental entre sujeito e mundo e destaca o papel dos movimentos sociais na construção de políticas concretas de cooperação, cuidado e saúde. Busca-se, assim, evidenciar o trabalho coletivo como prática de emancipação humana, fortalecendo a necessária aproximação entre a universidade e os movimentos sociais. |
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