O desconforto térmico provocado pelos equipamentos de proteção individual (EPI) utilizados na aplicação de agrotóxicos
O metabolismo humano produz calor devido ao esforço físico nas atividades laborais. O corpo humano funciona como sistema termodinâmico que mantem a temperatura corporal constante. A utilização de Equipamento de Proteção Individual (EPI) dificulta a dissipação do calor gerado e a manutenção da temper...
Gorde:
| Argitaratua izan da: | URI:https://journals.openedition.org/laboreal, |
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| Egile Nagusiak: | , , |
| Formatua: | Article ou chapitre numérique |
| Hizkuntza: | Portugais |
| Argitaratua: |
Laboreal
2019
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| Gaiak: | |
| Sarrera elektronikoa: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Gaia: | O metabolismo humano produz calor devido ao esforço físico nas atividades laborais. O corpo humano funciona como sistema termodinâmico que mantem a temperatura corporal constante. A utilização de Equipamento de Proteção Individual (EPI) dificulta a dissipação do calor gerado e a manutenção da temperatura corporal num nível confortável. Este estudo analisou a interferência dos EPI no conforto térmico dos trabalhadores rurais através de medições das frequências cardíacas e das temperaturas corporais dos trabalhadores durante a pulverização de agrotóxicos. Também foram feitas avaliações da sensação térmica dos trabalhadores através de um questionário. Os resultados encontrados demonstraram : (i) a inadequação dos EPI agrícolas, devido apresentarem uma interferência negativa no processo de termorregulação corporal e (ii) a existência de diferenças individuais significativas entre os trabalhadores monitorados. Este estudo mostrou, ainda que há uma correlação forte entre a avaliação da sensação térmica dos trabalhadores e da temperatura corporal medida. |
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