O espectro do reconhecimento: a trajetória de Vilma Chiara
Este artigo busca discutir o processo de eclipsamento de Vilma Chiara (1927-2020) na história da antropologia brasileira. Propõe em primeiro lugar um panorama de sua trajetória singular e, em seguida, uma análise de algumas de suas próprias narrativas registradas em entrevistas inéditas, bem como a ...
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| Veröffentlicht in: | URI:https://journals.openedition.org/jsa, |
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| 1. Verfasser: | |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Sprache: | Portugais |
| Veröffentlicht: |
Journal de la Société des américanistes
2026
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| Schlagworte: | |
| Online Zugang: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Zusammenfassung: | Este artigo busca discutir o processo de eclipsamento de Vilma Chiara (1927-2020) na história da antropologia brasileira. Propõe em primeiro lugar um panorama de sua trajetória singular e, em seguida, uma análise de algumas de suas próprias narrativas registradas em entrevistas inéditas, bem como a apresentação de reflexões relativas à questão de gênero presente em muitas dimensões de seu trabalho. O artigo explora as complexidades de sua obra em colaboração com seu marido, o fotógrafo e etnólogo brasileiro Harald Schultz (1909-1966). Estas complexidades nos instigam a pensar a trajetória de Vilma Chiara através de uma etnografia do particular, que considera suas conexões parciais com a categoria “mulher antropóloga”, ao mesmo tempo em que aponta para as diferenciações em relação às demais mulheres, tanto antropólogas estrangeiras quanto interlocutoras indígenas. Por fim, o artigo sinaliza para a riqueza de uma trajetória e de uma produção etnográfica que merece ser mais bem investigada, sobretudo no que diz respeito ao percurso de Chiara após a morte de Schultz. |
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