As ima[r]gens Pankararu: campo e contracampo na pesquisa em etnicidade
A gestão da visibilidade social de povos indígenas é atualmente uma das principais problemáticas no campo de etnicidade. Para legitimar sua condição étnica, os indígenas tensionam estereótipos e preconceitos. Para o pesquisador é sempre um desafio instrumentalizar conceitualmente essas tensões e des...
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| Τόπος έκδοσης: | URI:https://journals.openedition.org/intersecoes, |
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| Κύριος συγγραφέας: | |
| Μορφή: | Article ou chapitre numérique |
| Γλώσσα: | Portugais |
| Έκδοση: |
Interseções
2020
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| Θέματα: | |
| Διαθέσιμο Online: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Περίληψη: | A gestão da visibilidade social de povos indígenas é atualmente uma das principais problemáticas no campo de etnicidade. Para legitimar sua condição étnica, os indígenas tensionam estereótipos e preconceitos. Para o pesquisador é sempre um desafio instrumentalizar conceitualmente essas tensões e descreve-las etnograficamente. A partir de um insight do cineasta Jean-Luc Godard sobre o funcionamento diferencial e hierárquico da linguagem cinematográfica (campo e contracampo), relaciono o documentário “Pankararu de Brejo dos Padres” (1977), de Vladmir Carvalho, com o primeiro ensaio etnofotográfico que realizei com esse grupo indígena na cidade de São Paulo, em 2008. Seguindo a proposta de Clifford de uma etnografia surrealista, demonstro a possiblidade pluralista e contrahegemônica que etnografias de contextos semelhantes podem representar. |
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