Fabio Mario da Silva, Ana Plácido e as representações do feminino no século xix
No ano em que se assinala o bicentenário de Camilo Castelo Branco (1825–1890), impõe-se-nos a necessidade de reexaminar figuras cuja presença, embora decisiva, habitou por largo tempo, nos limiares da historiografia literária. Tal é o caso de Ana Plácido (1831–1895), cuja trajetória tem sido amiúde...
Gorde:
| Argitaratua izan da: | URI:https://journals.openedition.org/iberical, |
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| Egile nagusia: | |
| Formatua: | Article ou chapitre numérique |
| Hizkuntza: | Portugais |
| Argitaratua: |
Iberic@l
2026
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| Sarrera elektronikoa: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Gaia: | No ano em que se assinala o bicentenário de Camilo Castelo Branco (1825–1890), impõe-se-nos a necessidade de reexaminar figuras cuja presença, embora decisiva, habitou por largo tempo, nos limiares da historiografia literária. Tal é o caso de Ana Plácido (1831–1895), cuja trajetória tem sido amiúde confinada a lugares marginais e lida pela lente redutora da biografia camiliana. Unida posteriormente a Camilo Castelo Branco, Ana Plácido só contraiu matrimónio com o escritor após o falecimento ... |
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