Racismo ambiental e enfrentamento do caos a partir de uma leitura de Carolina Maria de Jesus e Françoise Ega
Neste artigo, analisamos como as narrativas autobiográficas de Carolina Maria de Jesus, Quarto de Despejo (1960) e Diário de Bitita (1986), e de Françoise Ega, Cartas a uma negra (1978; 2021) e Le temps des Madras (1966) desnudam, ainda na década de 1960, o que chamamos hoje de racismo ambiental. La...
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| Veröffentlicht in: | URI:https://journals.openedition.org/iberical, |
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| 1. Verfasser: | |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Sprache: | Portugais |
| Veröffentlicht: |
Iberic@l
2026
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| Schlagworte: | |
| Online Zugang: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Zusammenfassung: | Neste artigo, analisamos como as narrativas autobiográficas de Carolina Maria de Jesus, Quarto de Despejo (1960) e Diário de Bitita (1986), e de Françoise Ega, Cartas a uma negra (1978; 2021) e Le temps des Madras (1966) desnudam, ainda na década de 1960, o que chamamos hoje de racismo ambiental. Lançamos um olhar contemporâneo às narrativas, que revelam estruturas de exclusão, fundadas por projetos de sociedades capitalistas que passam pela organização excludente dos espaços urbanos, a partir da leitura e discussão crítica das obras e de seus contextos. |
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