1915, ano queer; 1922, ano straight
Ao compararmos a representação da sexualidade e do desejo n’A Confissão de Lúcio (Mário de Sá-Carneiro, 1913) e em Macunaíma (Mário de Andrade, 1928), duas obras encaradas aqui como exemplos e marcos da modernidade literária em Portugal e no Brasil, nota-se uma diferença radical na agenda político-s...
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| Dans: | URI:https://journals.openedition.org/iberical, |
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| Auteur principal: | |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Langue: | Portugais |
| Publié: |
Iberic@l
2024
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| Sujets: | |
| Accès en ligne: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Résumé: | Ao compararmos a representação da sexualidade e do desejo n’A Confissão de Lúcio (Mário de Sá-Carneiro, 1913) e em Macunaíma (Mário de Andrade, 1928), duas obras encaradas aqui como exemplos e marcos da modernidade literária em Portugal e no Brasil, nota-se uma diferença radical na agenda político-sexual que as sustenta. Ao lançar a sua novela um ano antes da “revolução de Orpheu”, Sá-Carneiro introduz, por assim dizer, uma sensibilidade queer no modernismo português, enquanto o afamado romance de Mário de Andrade não passa de uma celebração straight, como havemos de demonstrar. |
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