Desvespuciar e descolombizar a América e descabralizar o Brasil
Esse artigo versa sobre a atualidade e algumas linhas de força da Antropofagia de Oswald de Andrade no século XXI, em meio ao contexto do centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, da qual o poeta foi um dos fomentadores, mas também um de seus maiores críticos. Minha leitura sobre a obra de Oswal...
محفوظ في:
| الحاوية / القاعدة: | URI:https://journals.openedition.org/iberical, |
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| المؤلف الرئيسي: | |
| التنسيق: | Article ou chapitre numérique |
| اللغة: | Portugais |
| منشور في: |
Iberic@l
2024
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| الموضوعات: | |
| الوصول للمادة أونلاين: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| الملخص: | Esse artigo versa sobre a atualidade e algumas linhas de força da Antropofagia de Oswald de Andrade no século XXI, em meio ao contexto do centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, da qual o poeta foi um dos fomentadores, mas também um de seus maiores críticos. Minha leitura sobre a obra de Oswald de Andrade procura exatamente destacar a sua heterodoxia, a justaposição anárquica de referenciais teóricos, ao longo do Manifesto Antropófago, enquanto devoração crítica. A pluralidade Oswaldiana parece afirmar que sua visão de mundo é, por natureza, contra qualquer ortodoxia. O artigo aponta ainda a filiação do Perspectivismo Ameríndio de Eduardo Viveiros de Castro e Tania Stolze Lima, como um conceito da mesma família política e poética que a antropofagia de Oswald de Andrade, isto é, como arma de combate contra a sujeição cultural da América Latina aos paradigmas europeus e cristãos. |
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