Mário de Andrade jogral, trovador, rapsodo
Este trabalho explora a importância da prática de recitar versos para a criação e circulação de Pauliceia desvairada (1922), revigorando relações entre poesia e música na obra de Mário de Andrade (1893-1945). Partindo da teorização do Autor, do testemunho epistolar e da marginália em manuais e livro...
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| Publicado en: | URI:https://journals.openedition.org/iberical, |
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| Autor principal: | |
| Formato: | Article ou chapitre numérique |
| Lenguaje: | Portugais |
| Publicado: |
Iberic@l
2024
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Sumario: | Este trabalho explora a importância da prática de recitar versos para a criação e circulação de Pauliceia desvairada (1922), revigorando relações entre poesia e música na obra de Mário de Andrade (1893-1945). Partindo da teorização do Autor, do testemunho epistolar e da marginália em manuais e livros de poesia, o artigo desenvolve a ideia de que os autorretratos do poeta, com ênfase no trovador, figuram essa prática fundamental para a gênese da obra. Segundo o argumento, a experiência do Autor, restituindo poemas de terceiros ou apresentando composições próprias, orienta a vocalidade de sua poesia. |
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