Reverón, de Margot Benacerraf: um estudo de caso dentro do documentário latino-americano da primeira metade da década de 1950
O universo do documentário latino-americano realizado a partir dos anos 1960 tem sido amplamente estudado. De fato, trata-se de uma década que trouxe grandes rupturas para o cinema da região e cuja influência ainda hoje pode ser percebida em diversos filmes. No entanto, é preciso que também voltemos...
Uloženo v:
| Vydáno v: | URI:https://journals.openedition.org/iberical, |
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| Hlavní autoři: | , |
| Médium: | Article ou chapitre numérique |
| Jazyk: | Portugais |
| Vydáno: |
Iberic@l
2024
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| Témata: | |
| On-line přístup: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Shrnutí: | O universo do documentário latino-americano realizado a partir dos anos 1960 tem sido amplamente estudado. De fato, trata-se de uma década que trouxe grandes rupturas para o cinema da região e cuja influência ainda hoje pode ser percebida em diversos filmes. No entanto, é preciso que também voltemos nossas pesquisas para outros períodos históricos. Este é o caso das produções não ficcionais feitas na América Latina entre 1950 e 1955. Entendida como uma filmografia transicional, é composta por obras que são muito mais que antecedentes do Nuevo Cine Latinoamericano, e que podem trazer questões para o documentário contemporâneo. Este é o caso de Reverón (1952), dirigido por Margot Benacerraf. Neste artigo, analisaremos alguns elementos deste filme tão singular: sua estrutura e estética circulares; o uso parcimonioso de uma narração poética; a ética da diretora ao retratar seu personagem; e a presença de convenções de gêneros ficcionais como o terror em uma produção documental. |
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