A Cinemateca Brasileira: uma trajetória de resistência
Este artigo apresenta a trajetória da Cinemateca Brasileira a partir da evolução das legislações de políticas públicas para a cultura e das inconstâncias do governo federal e do Ministério da Cultura na construção dessas políticas. A Cinemateca Brasileira se insere no contexto do surgimento das cine...
Spremljeno u:
| Izdano u: | URI:https://journals.openedition.org/iberical, |
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| Glavni autor: | |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Jezik: | Portugais |
| Izdano: |
Iberic@l
2024
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| Teme: | |
| Online pristup: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Sažetak: | Este artigo apresenta a trajetória da Cinemateca Brasileira a partir da evolução das legislações de políticas públicas para a cultura e das inconstâncias do governo federal e do Ministério da Cultura na construção dessas políticas. A Cinemateca Brasileira se insere no contexto do surgimento das cinematecas e é referência internacional no setor. É vinculada ao governo federal desde 1985, mas não desempenha um papel de articulação e criação de políticas de preservação audiovisual. Entende-se que a preservação audiovisual no Brasil deveria se inserir no campo do patrimônio, juntamente com instituições como o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Com a posse do presidente Lula (2023-2026) e o ressurgimento do Ministério da Cultura, a Cinemateca Brasileira pode construir um diálogo com entidades e o setor do audiovisual para a criação de uma política pública de preservação do audiovisual. |
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