“A Ygá-Miri tem que voltar”: relações dos Avá-Guarani com o passado e suas perspectivas sobre território a partir dos trânsitos de uma peça arqueológica
Este artigo analisa a relação das comunidades Avá-Guarani com seu passado, centrando-se em duas canoas indígenas retiradas do Sítio Arqueológico de Cidade Real do Guairá, Paraná. O estudo se insere no contexto de um projeto participativo que envolveu a Comissão de Patrimônio e Cultura do Paraná, o I...
محفوظ في:
| الحاوية / القاعدة: | URI:https://journals.openedition.org/horizontes, |
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| المؤلفون الرئيسيون: | , |
| التنسيق: | Article ou chapitre numérique |
| اللغة: | Portugais |
| منشور في: |
Horizontes Antropológicos
2025
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| الموضوعات: | |
| الوصول للمادة أونلاين: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| الملخص: | Este artigo analisa a relação das comunidades Avá-Guarani com seu passado, centrando-se em duas canoas indígenas retiradas do Sítio Arqueológico de Cidade Real do Guairá, Paraná. O estudo se insere no contexto de um projeto participativo que envolveu a Comissão de Patrimônio e Cultura do Paraná, o Iphan e as comunidades Avá-Guarani, que desde os anos 1980 buscam reocupar seu território. Através de uma descrição etnográfica, o artigo explora o encontro das canoas, rituais pós-retirada e a comunicação com seus donos espirituais, frequentemente mediada por sonhos e divinações. O argumento central é que esses encontros e rituais, especialmente o batismo, fortalecem os laços entre os Avá-Guarani ancestrais e contemporâneos, atuando como catalisadores na luta atual pelo território. |
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