As retomadas Mbyá-Guarani como modo de resistência diante do Antropoceno
Este artigo aborda as retomadas Mbyá-Guarani enquanto modo de resistência diante da marcha do Antropoceno. A pesquisa foi realizada por meio da cartografia multiespécies, abrangendo aldeias situadas na mata atlântica do Rio Grande do Sul, durante o período de 2019 a 2024. Ao longo da convivência com...
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| Опубликовано в: : | URI:https://journals.openedition.org/horizontes, |
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| Главные авторы: | , , |
| Формат: | Article ou chapitre numérique |
| Язык: | Portugais |
| Опубликовано: |
Horizontes Antropológicos
2025
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| Предметы: | |
| Online-ссылка: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Итог: | Este artigo aborda as retomadas Mbyá-Guarani enquanto modo de resistência diante da marcha do Antropoceno. A pesquisa foi realizada por meio da cartografia multiespécies, abrangendo aldeias situadas na mata atlântica do Rio Grande do Sul, durante o período de 2019 a 2024. Ao longo da convivência com essas comunidades, percebe-se que as retomadas são experiências que vão além da luta por garantir direitos territoriais específicos, sendo também meios pelos quais esses coletivos defendem as florestas e os diversos seres que ali vivem, buscando assegurar condições de existência para todos: “nossa luta é para o juruá também”. Enquanto o habitar colonial do Antropoceno desarticula processos construídos através de interações multiespécies ao longo de milênios comprometendo a habitabilidade do planeta, a territorialidade indígena Mbyá-Guarani tem como base a compreensão de que diferentes seres fazem o mundo em conjunto e que eles devem ser respeitados. |
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