Territorialidades negras e indígenas sob o ponto de vista dos estudos sobre relações entre humanos e outros-que-humanos
Este artigo tem o objetivo de traçar um panorama do cenário de um fazer antropológico que engloba, analisa e leva em conta as inúmeras relações entre intencionalidades humanas e outras-que-humanas nos estudos sobre territorialidades negras e indígenas. A antropologia vem tradicionalmente tratando te...
Gorde:
| Argitaratua izan da: | URI:https://journals.openedition.org/horizontes, |
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| Egile Nagusiak: | , , , |
| Formatua: | Article ou chapitre numérique |
| Hizkuntza: | Portugais |
| Argitaratua: |
Horizontes Antropológicos
2025
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| Gaiak: | |
| Sarrera elektronikoa: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Gaia: | Este artigo tem o objetivo de traçar um panorama do cenário de um fazer antropológico que engloba, analisa e leva em conta as inúmeras relações entre intencionalidades humanas e outras-que-humanas nos estudos sobre territorialidades negras e indígenas. A antropologia vem tradicionalmente tratando territorialidades negras, quilombolas e indígenas nas chaves analíticas da invenção da tradição, da etnogênese, da fricção interétnica, da reminiscência e da plasticidade identitária. Esses conceitos, além de estarem vinculados à relação destes coletivos com o Estado-nação, privilegiam apenas os vínculos políticos entre agentes humanos, deixando de trazer as intensivas coexistências efetuadas com entes outros-que-humanos. Estes entes agem e produzem modos cosmopolíticos com (ou contra) o Estado-nação. Para o número 71 de Horizontes Antropológicos, privilegiamos trabalhos etnográficos e reflexões teóricas acerca desse novo cenário em que coletivos indígenas e negros reclamam sua existência, nas práticas exercidas em territorialidades ameríndias, quilombolas e afrorreligiosas, nas quais animais, espíritos, divindades, plantas, grafismos, objetificações de relações com alteridades, linguagens e inúmeros outros entes e forças são o foco desses textos. |
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