(Re)existência quilombola diante de políticas de desenvolvimento: as lutas na comunidade Anastácia, em Viamão (RS)
Este artigo analisa as lutas por (re)existência da comunidade quilombola da Anastácia, localizada às margens do rio Gravataí (Rio Grande do Sul), diante de políticas de desenvolvimento que visam a apropriação do lugar em benefício da rizicultura. A análise articula abordagens dos estudos sociais das...
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| Dans: | URI:https://journals.openedition.org/horizontes, |
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| Auteurs principaux: | , , |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Langue: | Portugais |
| Publié: |
Horizontes Antropológicos
2025
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| Sujets: | |
| Accès en ligne: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Résumé: | Este artigo analisa as lutas por (re)existência da comunidade quilombola da Anastácia, localizada às margens do rio Gravataí (Rio Grande do Sul), diante de políticas de desenvolvimento que visam a apropriação do lugar em benefício da rizicultura. A análise articula abordagens dos estudos sociais das ciências e tecnologias e estudos de desenvolvimento. Embasando-se em trabalho etnográfico realizado entre 2018 e 2022, o artigo argumenta que a compreensão de lutas quilombolas como parte de conflitos ontológicos constitutivos do Antropoceno permite ampliar o entendimento das disputas por sobrevivência, que incluem acordos pragmáticos, alianças híbridas, reivindicação de direitos territoriais e de territórios ancestrais. Conclui-se que investigações sobre modos de (re)existência quilombola ajudam a compreender não só como as lutas contra o racismo e colonialidade são atualizadas, mas também pistas relevantes sobre como poderemos existir no Antropoceno. |
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