O corpo colonial e as políticas e poéticas da diáspora para compreender as mobilizações afro-latino-americanas
O artigo tece uma relação entre corpo colonial e diáspora como dimensões relevantes para compreender as mobilizações afro-latino-americanas, particularmente no Brasil. A partir de dados etnográficos e produções discursivas de intelectuais e militantes negros, analiso a relação entre corpo e poder em...
Sábháilte in:
| Foilsithe in: | URI:https://journals.openedition.org/horizontes, |
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| Príomhchruthaitheoir: | |
| Formáid: | Article ou chapitre numérique |
| Teanga: | Portugais |
| Foilsithe / Cruthaithe: |
Horizontes Antropológicos
2015
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| Rochtain ar líne: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Achoimre: | O artigo tece uma relação entre corpo colonial e diáspora como dimensões relevantes para compreender as mobilizações afro-latino-americanas, particularmente no Brasil. A partir de dados etnográficos e produções discursivas de intelectuais e militantes negros, analiso a relação entre corpo e poder em diferentes dimensões da luta antirracista. Abordarei dois cenários diferenciados para analisar como a diáspora aparece nas narrativas de sujeitos negros como dimensão disruptiva da colonialidade, provocando a possibilidade de corpos/sujeitos decoloniais que demandam justiça racial. Enfatizarei a dimensão diaspórica como força desse deslocamento nas mobilizações negras: como ela se vincula às políticas e poéticas do corpo/espaço/tempo. Indagarei também na visibilização do corpo colonial na crítica das feministas negras, ao considerar raça e gênero como opressões entrelaçadas. Propõem-se contribuições para uma antropologia política do corpo ao levar a sério perspectivas diaspóricas afro-latino-americanas que focam o corpo como centro das disputas políticas, no sentido de desracializar e pluralizar nossas sociedades. |
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