“Meus filhos não serão cobaias”: cismas e discursos antivacinação infantil pós-pandemia de Covid-19
Este artigo investiga os processos de reconfiguração e percepção da vacinação infantil contra Covid-19 no Brasil e o cuidado da criança no pós-pandemia. Por meio da etnografia em ambientes digitais, analisamos os argumentos utilizados para questionar a vacina a partir de quatro campos (Telegram, Twi...
Spremljeno u:
| Izdano u: | URI:https://journals.openedition.org/horizontes, |
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| Glavni autori: | , , , |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Jezik: | Portugais |
| Izdano: |
Horizontes Antropológicos
2025
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| Teme: | |
| Online pristup: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Sažetak: | Este artigo investiga os processos de reconfiguração e percepção da vacinação infantil contra Covid-19 no Brasil e o cuidado da criança no pós-pandemia. Por meio da etnografia em ambientes digitais, analisamos os argumentos utilizados para questionar a vacina a partir de quatro campos (Telegram, Twitter, YouTube e Instagram). Com isso, buscamos compreender qual é a percepção dos indivíduos em relação à segurança e os riscos do imunizante, como se dá a reconfiguração da cultura da vacinação infantil no Brasil e como isso acaba reverberando em outras instâncias da vida social. Observamos que os argumentos apresentados pelos indivíduos para negar a vacina já foram utilizados em emergências sanitárias anteriores (como o HPV e a H1N1) e possuem um forte apelo por liberdade e pela manutenção dos direitos individuais, além de colocar a criança como responsabilidade da família, não cabendo esse papel ao Estado. |
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