A episteme médica e as incertezas do diagnóstico de Covid longa: um ensaio antropológico
A Covid longa é uma condição subsequente da infecção aguda pela Covid-19 com persistência dos sintomas por longo tempo ou agravamento ou surgimento de outras complicações. Apesar da recorrência desse fenômeno há uma invisibilidade diagnóstica. Este ensaio objetiva analisar, sob o ponto de vista da e...
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| Publicado en: | URI:https://journals.openedition.org/horizontes, |
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| Auteurs principaux: | , |
| Formato: | Article ou chapitre numérique |
| Idioma: | Portugais |
| Publicado: |
Horizontes Antropológicos
2025
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| Sujets: | |
| Acceso en liña: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Résumé: | A Covid longa é uma condição subsequente da infecção aguda pela Covid-19 com persistência dos sintomas por longo tempo ou agravamento ou surgimento de outras complicações. Apesar da recorrência desse fenômeno há uma invisibilidade diagnóstica. Este ensaio objetiva analisar, sob o ponto de vista da epistemologia médica, as incertezas que circundam esse fenômeno desde a sua atribuição como doença e os sintomas inespecíficos, sobretudo a fadiga, que terminam por influenciar a sua invisibilidade diagnóstica. Esse tipo de análise é uma proposta sintonizada com a abordagem socioantropológica da saúde e doença e da antropologia da biomedicina. Por tratar-se de um problema de saúde global e que se traduz em uma condição incapacitante temporária ou permanente, compreender as razões de sua invisibilidade diagnóstica do ponto de vista da biomedicina ocidental pode auxiliar na sua melhor compreensão e na gestão do seu cuidado. |
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