Depois da Covid-19: a persistência da memória
Apesar de a Organização Mundial da Saúde (OMS) ter declarado oficialmente o fim da emergência sanitária há aproximadamente dois anos, a presença da Covid-19 segue sendo uma preocupação, principalmente pelos impactos e pelas mudanças profundas provocadas na vida social. Diante disso, faz sentido suge...
Kaydedildi:
| Yayımlandı: | URI:https://journals.openedition.org/horizontes, |
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| Asıl Yazarlar: | , , , |
| Materyal Türü: | Article ou chapitre numérique |
| Dil: | Portugais |
| Baskı/Yayın Bilgisi: |
Horizontes Antropológicos
2025
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| Konular: | |
| Online Erişim: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Özet: | Apesar de a Organização Mundial da Saúde (OMS) ter declarado oficialmente o fim da emergência sanitária há aproximadamente dois anos, a presença da Covid-19 segue sendo uma preocupação, principalmente pelos impactos e pelas mudanças profundas provocadas na vida social. Diante disso, faz sentido sugerir que a afirmação categórica do “fim da pandemia” ou “pós-pandemia” deve ser nuançada. Com isso em vista, neste ensaio recuperamos ideias e estudos sobre: 1) os impactos desiguais da pandemia em diferentes cenários; 2) as maneiras de gerenciamento da vida “pós-pandemia”; 3) as controvérsias em torno da existência da “Covid longa”; e 4) os engajamentos de pessoas que vivem numa zona nebulosa de “pós-pandemia”, sentindo as dores e efeitos de sua continuidade no próprio corpo. Para elas, a pandemia da Covid-19 não acabou, tendo em vista que reverbera em lutos e lutas, num entrelaçamento dinâmico entre o passado, o presente e o futuro. |
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