Sobre errâncias, imprecisões e ambivalências
A literatura sobre juventude e violência é muitas vezes orientada pela busca de correlações entre, de um lado, os vínculos familiares, a inserção escolar e as perspectivas de futuro e, de outro, o envolvimento dos jovens com a violência, como vítimas ou agressores. O objetivo deste texto é problemat...
保存先:
| 出版年: | URI:https://journals.openedition.org/horizontes, |
|---|---|
| 主要な著者: | , |
| フォーマット: | Article ou chapitre numérique |
| 言語: | Portugais |
| 出版事項: |
Horizontes Antropológicos
2014
|
| 主題: | |
| オンライン・アクセス: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| 要約: | A literatura sobre juventude e violência é muitas vezes orientada pela busca de correlações entre, de um lado, os vínculos familiares, a inserção escolar e as perspectivas de futuro e, de outro, o envolvimento dos jovens com a violência, como vítimas ou agressores. O objetivo deste texto é problematizar essas correlações por meio do estudo comparativo de relatos de jovens em três diferentes situações concernentes às formas de institucionalização: a) em cumprimento de medidas socioeducativas; b) inseridos no sistema escolar público; e c) afastados de qualquer tipo de vínculo institucional. A metodologia empregada foi a entrevista em profundidade, com um roteiro que versou sobre as relações familiares, a trajetória escolar, projetos para o futuro e experiências com a violência e o crime. A análise apontou pistas para o questionamento do valor heurístico daquela entronização da escola e dos vínculos familiares como marcos de referência para o estudo das experiências jovens. |
|---|