“Não quero lembrar… muito sofrimento”
Durante minha pesquisa etnográfica junto ao grupo de refugiados palestinos reassentados em Mogi das Cruzes (SP), questões relacionadas à memória se fizeram presentes desde o primeiro contato. Em um momento em que os indivíduos buscavam dar início a uma nova vida, falar do que viveram era sempre cons...
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| Xuất bản năm: | URI:https://journals.openedition.org/horizontes, |
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| Tác giả chính: | |
| Định dạng: | Article ou chapitre numérique |
| Ngôn ngữ: | Portugais |
| Được phát hành: |
Horizontes Antropológicos
2014
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| Những chủ đề: | |
| Truy cập trực tuyến: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Tóm tắt: | Durante minha pesquisa etnográfica junto ao grupo de refugiados palestinos reassentados em Mogi das Cruzes (SP), questões relacionadas à memória se fizeram presentes desde o primeiro contato. Em um momento em que os indivíduos buscavam dar início a uma nova vida, falar do que viveram era sempre constrangido com uma forte carga emocional ou com uma tentativa de apagamento. Entre o esquecer e tentar viver uma nova vida e o relatar e fazer com que se entendesse o que eles vivenciaram no passado, estava a dificuldade de lidar com a memória traumática. Embora houvessem vivenciado situações similares, e por longos anos dividissem a mesma realidade no campo de refugiados onde ficaram alojados em abrigos temporários – entre 2003 e 2007, quando foram reassentados no Brasil –, cada um dos refugiados optava por uma dinâmica diferente. Este artigo pretende discutir essas estruturas mediadoras e a relação entre memória traumática e memória do trauma na experiência diária dos refugiados palestinos em Mogi das Cruzes. |
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