Antropologia e deficiência: uma conversa com Rayna Rapp e Faye Ginsburg
IntroduçãoDesde a década de 1980, as antropólogas Rayna Rapp e Faye Ginsburg contribuem para o modo como a antropologia estuda reprodução, gênero e deficiência. Os livros de Rapp (1999) Testing women, testing the fetus: the social impact of amniocentesis in America e de Ginsburg (1998) Contested li...
Wedi'i Gadw mewn:
| Cyhoeddwyd yn: | URI:https://journals.openedition.org/horizontes, |
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| Prif Awdur: | |
| Fformat: | Article ou chapitre numérique |
| Iaith: | Portugais |
| Cyhoeddwyd: |
Horizontes Antropológicos
2022
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| Mynediad Ar-lein: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Crynodeb: | IntroduçãoDesde a década de 1980, as antropólogas Rayna Rapp e Faye Ginsburg contribuem para o modo como a antropologia estuda reprodução, gênero e deficiência. Os livros de Rapp (1999) Testing women, testing the fetus: the social impact of amniocentesis in America e de Ginsburg (1998) Contested lives: the abortion debate in an American community mudaram o campo da antropologia da reprodução, assim como o fez o volume por elas editado Conceiving the new world order: the global politics of re... |
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