Negritude e relações raciais: racismo e antirracismos no espaço atlântico
A Negritude, aos meus olhos, não é uma filosofia. A Negritude não é uma metafísica. A Negritude não é uma concepção pretensiosa de universo. É uma maneira de viver a história na história: a história de uma comunidade cuja experiência, na verdade, nasce de maneira singular com as deportações de sua...
Сохранить в:
| Опубликовано в: : | URI:https://journals.openedition.org/horizontes, |
|---|---|
| Главные авторы: | , , , |
| Формат: | Article ou chapitre numérique |
| Язык: | Portugais |
| Опубликовано: |
Horizontes Antropológicos
2022
|
| Online-ссылка: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Итог: | A Negritude, aos meus olhos, não é uma filosofia. A Negritude não é uma metafísica. A Negritude não é uma concepção pretensiosa de universo. É uma maneira de viver a história na história: a história de uma comunidade cuja experiência, na verdade, nasce de maneira singular com as deportações de sua população, as transferências dos homens de um continente a outro, as lembranças de crenças longínquas e restos de culturas assassinadas. […]A Negritude tem sido uma forma de revolta, primeiro contr... |
|---|