A mediação seletiva de Herbert Baldus entre etnologia alemã e antropologia brasileira
Radicado em São Paulo desde o início da década de 1930, Herbert Baldus atuou em várias frentes no emergente campo das ciências sociais no Brasil, no qual procurou manter viva a tradição de americanistas alemães. Além do ensino e da pesquisa, o professor de etnologia da Escola de Sociologia e Polític...
Uloženo v:
| Vydáno v: | URI:https://journals.openedition.org/horizontes, |
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| Hlavní autor: | |
| Médium: | Article ou chapitre numérique |
| Jazyk: | Portugais |
| Vydáno: |
Horizontes Antropológicos
2022
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| Témata: | |
| On-line přístup: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Shrnutí: | Radicado em São Paulo desde o início da década de 1930, Herbert Baldus atuou em várias frentes no emergente campo das ciências sociais no Brasil, no qual procurou manter viva a tradição de americanistas alemães. Além do ensino e da pesquisa, o professor de etnologia da Escola de Sociologia e Política de São Paulo promoveu o trabalho de seus conterrâneos por meio de traduções e publicações. Acontece que alguns americanistas alemães, como Walter Krickeberg e Fritz Krause, estiveram envolvidos com o nazismo entre 1933 e 1944. A análise da correspondência em alemão de Baldus revela algumas ambiguidades em sua deontologia, notadamente nas suas escolhas para a divulgação científica, e oferece uma nova perspectiva sobre a sua contribuição para a antropologia brasileira do seu tempo. |
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