“Graffiti é existência”: reflexões sobre uma forma de citadinidade

A partir dos aprendizados de uma etnografia das práticas de graffiti de São Paulo, realizada nos anos de 2016 e 2017, este artigo propõe um deslocamento do olhar a respeito deste fazer, a fim de refletir sobre aquilo que lhe escapa à primeira vista, isto é, certas dinâmicas que estão para além dos m...

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Библиографические подробности
Опубликовано в: :URI:https://journals.openedition.org/horizontes,
Главный автор: Leal, Gabriela Pereira de Oliveira
Формат: Article ou chapitre numérique
Язык:Portugais
Опубликовано: Horizontes Antropológicos 2019
Предметы:
Online-ссылка:Accès Université d'Orléans et IFPM
Описание
Итог:A partir dos aprendizados de uma etnografia das práticas de graffiti de São Paulo, realizada nos anos de 2016 e 2017, este artigo propõe um deslocamento do olhar a respeito deste fazer, a fim de refletir sobre aquilo que lhe escapa à primeira vista, isto é, certas dinâmicas que estão para além dos muros da cidade. Busca-se, sob esta perspectiva, descrever e refletir sobre os efeitos que estas práticas produzem nos sujeitos que pintam na rua, especialmente no que diz respeito à formulação de suas identidades e à maneira com que se relacionam com o espaço urbano. Este entendimento permite evidenciar a elaboração de uma existência particular na cidade, informada pelas experiências de pintar na rua.