Percursos do Diabo e seus papéis nas igrejas neopentecostais

O Diabo tem sido uma figura significativamente ascendente em grande quantidade de pessoas e igrejas. No Brasil, o segmento neopentecostal cresceu em boa medida combatendo as entidades do panteão afro-brasileiro. Em denominações dessa vertente é comum atribuir-se ao Diabo a influência negativa sobre...

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Detaylı Bibliyografya
Yayımlandı:URI:https://journals.openedition.org/horizontes,
Asıl Yazarlar: Souza, André Ricardo de, Abumanssur, Edin Sued, Leite Júnior, Jorge
Materyal Türü: Article ou chapitre numérique
Dil:Portugais
Baskı/Yayın Bilgisi: Horizontes Antropológicos 2019
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Online Erişim:Accès Université d'Orléans et IFPM
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Özet:O Diabo tem sido uma figura significativamente ascendente em grande quantidade de pessoas e igrejas. No Brasil, o segmento neopentecostal cresceu em boa medida combatendo as entidades do panteão afro-brasileiro. Em denominações dessa vertente é comum atribuir-se ao Diabo a influência negativa sobre pessoas, sendo também responsável pelo não pagamento de dízimos, o que evidencia o fato de tal figura exercer papel importante. Algumas igrejas costumam ainda demonizar organizações e indivíduos tipificados por elas como adversários nos campos: religioso, econômico, midiático e político, sendo que quando alguns de seus representantes parlamentares são fortemente acusados de corrupção, estes acabam também por sofrer diabolização seguida de descarte institucional. O caso mais eloquente e enfocado neste artigo é o da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd). Decorrente de sistemática pesquisa bibliográfica sobre o tema, o texto aborda sucintamente as diferentes fases históricas e faces do Diabo, no Ocidente e no Brasil em particular, enfocando o modo como ele é visto e representado contemporaneamente pelas denominações neopentecostais brasileiras, sobremaneira a Iurd, algo com implicações econômicas e políticas.