A vagina pós-orgânica: intervenções e saberes sobre o corpo feminino acerca do “embelezamento íntimo”
Este trabalho tem como objetivo problematizar textos disponíveis na internet favoráveis aos procedimentos de embelezamento íntimo, associados mais aos argumentos sobre autoestima e saúde da mulher e menos à vaidade. Há uma relação direta entre saúde da mulher e embelezamento da região íntima/aparênc...
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| Publicado en: | URI:https://journals.openedition.org/horizontes, |
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| Auteurs principaux: | , , |
| Formato: | Article ou chapitre numérique |
| Idioma: | Portugais |
| Publicado: |
Horizontes Antropológicos
2017
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| Sujets: | |
| Acceso en liña: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Résumé: | Este trabalho tem como objetivo problematizar textos disponíveis na internet favoráveis aos procedimentos de embelezamento íntimo, associados mais aos argumentos sobre autoestima e saúde da mulher e menos à vaidade. Há uma relação direta entre saúde da mulher e embelezamento da região íntima/aparência da genitália, mas também se fala que as cirurgias não ocorrem para corrigir apenas a estética/aparência da região íntima, que inicialmente eram cirurgias para a correção de problemas funcionais. Nesse contexto, a “mulher moderna” seria aquela que aproveita as novidades tecnológicas para proveito próprio – no entanto, há muitas controvérsias, nomenclaturas e significados em jogo. Se a vagina tem sido alvo da “ditadura da beleza” tanto quanto outras partes do corpo feminino, e se há possibilidade de fabricá-la, é possível pensá-la enquanto pós-orgânica. Eis o argumento que guia este artigo, acionando concepções referentes a corpo, gênero, sexualidade, beleza e saúde. |
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