Antropologia entre o inesperado e o inacabado: entrevista com João Biehl
João Biehl (foto: Torben Eskerod).No artigo “Carta a um crítico severo”, Gilles Deleuze (1992) destaca sua tentativa de traçar a escrita como um fluxo e não como um código. Seu objetivo: sacudir algo, fazer com que algo se mexa. Nesse mesmo texto, Deleuze aponta também que existem duas maneiras de...
Shranjeno v:
| izdano v: | URI:https://journals.openedition.org/horizontes, |
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| Glavni avtor: | |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Jezik: | Portugais |
| Izdano: |
Horizontes Antropológicos
2016
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| Online dostop: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Izvleček: | João Biehl (foto: Torben Eskerod).No artigo “Carta a um crítico severo”, Gilles Deleuze (1992) destaca sua tentativa de traçar a escrita como um fluxo e não como um código. Seu objetivo: sacudir algo, fazer com que algo se mexa. Nesse mesmo texto, Deleuze aponta também que existem duas maneiras de se ler um livro: podemos considerá-lo uma caixa que remete a um dentro, procurando então seu significado ou significante e a nossa tarefa seria de comentar, interpretar, pedir explicações e escreve... |
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