Da circulação de crianças aos circuitos de cuidado: desafios da reprodução compartilhada
Este artigo investiga os processos institucionais pelos quais, no contexto brasileiro atual, crianças são afastadas de suas famílias e encaminhadas à adoção ou reintegração familiar. Combinando técnicas etnográficas – observação de espaços institucionais, análise de processos jurídicos e entrevistas...
محفوظ في:
| الحاوية / القاعدة: | URI:https://journals.openedition.org/horizontes, |
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| المؤلفون الرئيسيون: | , |
| التنسيق: | Article ou chapitre numérique |
| اللغة: | Portugais |
| منشور في: |
Horizontes Antropológicos
2026
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| الموضوعات: | |
| الوصول للمادة أونلاين: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| الملخص: | Este artigo investiga os processos institucionais pelos quais, no contexto brasileiro atual, crianças são afastadas de suas famílias e encaminhadas à adoção ou reintegração familiar. Combinando técnicas etnográficas – observação de espaços institucionais, análise de processos jurídicos e entrevistas com profissionais da rede de proteção –, as autoras comparam suas pesquisas nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul, em diferentes instâncias do sistema de proteção à infância. A partir de uma abordagem que enfatiza as conexões entre pais, família extensa e rede institucional, mobilizam as noções de “circuitos do cuidado” e “circulação de crianças”. A definição variável do que constitui uma “retaguarda” familiar adequada levanta questões sobre o deslocamento do poder decisório da família e comunidade para autoridades instituídas. Concluem com reflexões sobre a privatização dos problemas sociais e a maternalização da gestão estatal da infância, apontando paradoxos das políticas atuais de cuidado infantil. |
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