Naturezas e vidas multiplicadas – a propósito de como o corpo e a materialidade permitem à antropologia canibalizar a dicotomia natureza e cultura e suas correlatas
O propósito é mapear a noção de corpo, tendo como horizonte os desdobramentos teóricos feministas e antirracistas que permitem dar conta de compreender os efeitos e implicações de dispositivos biotecnológicos dos quais emergem novos corpos, novas fisiologias, bem como concepções do humano que implod...
Zapisane w:
| Wydane w: | URI:https://journals.openedition.org/horizontes, |
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| 1. autor: | |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Język: | Portugais |
| Wydane: |
Horizontes Antropológicos
2025
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| Hasła przedmiotowe: | |
| Dostęp online: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Streszczenie: | O propósito é mapear a noção de corpo, tendo como horizonte os desdobramentos teóricos feministas e antirracistas que permitem dar conta de compreender os efeitos e implicações de dispositivos biotecnológicos dos quais emergem novos corpos, novas fisiologias, bem como concepções do humano que implodem os limites da pele. A reflexão pretende adensar e colocar em relação a problemática do corpo e da corporalidade tomada em sua materialidade, assim como o debate sobre vitalismo e entendimento da vida a partir de abordagens que esgarçam os limites antropocêntricos, lançando um olhar atento à maneira como o corpo está inscrito em dimensões centrais da disciplina, tal como a relação entre natureza e cultura, indivíduo e sociedade. A partir do caso etnográfico revela-se que a raça, ou ainda, sua intersecção a outros marcadores sociais da diferença, atravessam o debate sobre corpo e saúde, revelando-se um operador do problema da distinção entre Natureza e Cultura. |
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