A branquitude dos corpos não humanos e o racismo genderificado nos laboratórios de habilidades médicas contemporâneo

Este texto ocupa-se em descrever os encontros dos corpos humanos com os corpos não humanos em laboratórios destinados ao treino das habilidades técnicas nas escolas de medicina e objetiva problematizar a formação médica, que ocorre por meio dos manequins de simulação com corpos sintéticos, destacand...

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Λεπτομέρειες βιβλιογραφικής εγγραφής
Τόπος έκδοσης:URI:https://journals.openedition.org/horizontes,
Κύριοι συγγραφείς: Bastos, Raquel Littério de, Brito, Eduardo Neves Rocha de, Dantas, Fernando Henrique Ferreira
Μορφή: Article ou chapitre numérique
Γλώσσα:Portugais
Έκδοση: Horizontes Antropológicos 2025
Θέματα:
Διαθέσιμο Online:Accès Université d'Orléans et IFPM
Περιγραφή
Περίληψη:Este texto ocupa-se em descrever os encontros dos corpos humanos com os corpos não humanos em laboratórios destinados ao treino das habilidades técnicas nas escolas de medicina e objetiva problematizar a formação médica, que ocorre por meio dos manequins de simulação com corpos sintéticos, destacando o racismo genderificado. Etnografar os laboratórios de habilidades nos demandou uma investigação orientada pela teoria/método ator-rede desenvolvida por Bruno Latour, mas com inspiração na fenomenologia de Thomas Csordas e a noção de embodiment. O que trazemos é um fragmento da pesquisa multisituada e mais ampla intitulada “Corpos educando corpos” das modulações do self expressas na corporeidade dos estudantes. Neste artigo problematizamos as estratégias contemporâneas de ocultamento da população negra feminina nos espaços de formação nos laboratórios de habilidades, reproduzindo o “pacto narcísico da branquitude”.