Mito, diversidade cultural e educação
A questão da invisibilidade guarani no Rio Grande do Sul se assenta em um conjunto de elementos que perpassam a história dessas populações de diferentes formas. Dentre eles se destacam narrativas produzidas por não índios e que apresentam visões recorrentes e idealizadas que têm como referentes expr...
Salvato in:
| Pubblicato in: | URI:https://journals.openedition.org/horizontes, |
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| Autori principali: | , |
| Natura: | Article ou chapitre numérique |
| Lingua: | Portugais |
| Pubblicazione: |
Horizontes Antropológicos
2015
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Riassunto: | A questão da invisibilidade guarani no Rio Grande do Sul se assenta em um conjunto de elementos que perpassam a história dessas populações de diferentes formas. Dentre eles se destacam narrativas produzidas por não índios e que apresentam visões recorrentes e idealizadas que têm como referentes expressões do folclore gaúcho. Nos últimos anos, porém, perspectivas indígenas passam a integrar as significações acerca desse passado e questionar a invisibilidade guarani no Rio Grande do Sul. Trata-se dos filmes produzidos pelo Coletivo Mbya-Guarani de Cinema/Vídeo nas Aldeias. Ao longo deste texto desejamos analisar algumas relações entre mito, diversidade cultural e educação, tomando como base essas representações acerca do passado missioneiro, acionadas a partir do Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo e da figura de Sepé Tiaraju. |
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