A ketubbá, in Portuguese, from the Jews of Lisbon (15th century)
No último quartel do séc. XV, uma ketubbá foi escrita em português, por Yuda Barceloní, o tabelião da comuna judaica de Lisboa. Celebrava, não apenas o contrato pré-nupcial, mas também o casamento entre Josepe Crespim e Rica, mulher viúva. Esta forma original de escrever ketubbot, deriva da normativ...
保存先:
| 出版年: | URI:https://journals.openedition.org/hamsa, |
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| 第一著者: | |
| フォーマット: | Article ou chapitre numérique |
| 言語: | Anglais |
| 出版事項: |
Hamsa
2021
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| 主題: | |
| オンライン・アクセス: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| 要約: | No último quartel do séc. XV, uma ketubbá foi escrita em português, por Yuda Barceloní, o tabelião da comuna judaica de Lisboa. Celebrava, não apenas o contrato pré-nupcial, mas também o casamento entre Josepe Crespim e Rica, mulher viúva. Esta forma original de escrever ketubbot, deriva da normativa régia de controlo do tabelionado. As minorias judaica e muçulmana foram proibidas de usar os seus códigos linguísticos nos documentos notariais. Embora se trate do único documento desta tipologia, até agora conhecido, numa língua romance, alguns elementos, nomeadamente a estrutura, coincidem com as demais ketubbot. Outros, contudo, delas diferem, na expressão do direito consuetudinário da comuna de Lisboa (minhagim), que molda a sua identidade própria. |
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