Democracia alimentar e governação em rede: reflexões a partir da experiência da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
Este artigo analisa como as redes transnacionais de atores podem aprofundar a democracia alimentar em contextos marcados por assimetrias de poder. A partir de um enquadramento que articula governação em rede, participação social e abordagens baseadas em direitos, mobilizam-se dois estudos de caso da...
Wedi'i Gadw mewn:
| Cyhoeddwyd yn: | URI:https://journals.openedition.org/eces, |
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| Prif Awdur: | |
| Fformat: | Article ou chapitre numérique |
| Iaith: | Portugais |
| Cyhoeddwyd: |
e-cadernos CES
2026
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| Pynciau: | |
| Mynediad Ar-lein: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Crynodeb: | Este artigo analisa como as redes transnacionais de atores podem aprofundar a democracia alimentar em contextos marcados por assimetrias de poder. A partir de um enquadramento que articula governação em rede, participação social e abordagens baseadas em direitos, mobilizam-se dois estudos de caso da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP): a Rede da Sociedade Civil para a Segurança Alimentar e Nutricional e a Rede de Reservas da Biosfera da UNESCO na CPLP. Com base em dados primários, observação participante e análise de processos institucionais, examinam-se as potencialidades e os limites destas redes na criação de espaços de decisão mais inclusivos, na institucionalização da participação social e na promoção de modelos alimentares sustentáveis. Os resultados mostram que, apesar de constrangimentos financeiros e institucionais, estas redes influenciam políticas públicas, fortalecem a ação coletiva e contribuem para mecanismos de governação multinível. Conclui-se, assim, que a transformação da governação alimentar exige mobilização social persistente e compromisso institucional. |
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