Participação popular em saúde mental: o que pessoas usuárias têm a dizer

Apesar de ser um direito desde a criação do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, a participação da população nas políticas públicas de saúde tem sido um desafio. A ideia de desrazão socialmente relacionada a pessoas em sofrimento psíquico faz com que o saber de pessoas usuárias dos serviços de sa...

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Detalles Bibliográficos
Publicado en:URI:https://journals.openedition.org/eces,
Autores principales: Nabuco, Edvaldo da Silva, Giorgi, Mauro, Nascimento, Carlos, Santos, João, Romano, Bruna Bouzada, Smid, Sofia, Junior, Octavio Domont de Serpa
Formato: Article ou chapitre numérique
Lenguaje:Portugais
Publicado: e-cadernos CES 2025
Materias:
Acceso en línea:Accès Université d'Orléans et IFPM
Accès Université d'Orléans et IFPM
Descripción
Sumario:Apesar de ser um direito desde a criação do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, a participação da população nas políticas públicas de saúde tem sido um desafio. A ideia de desrazão socialmente relacionada a pessoas em sofrimento psíquico faz com que o saber de pessoas usuárias dos serviços de saúde mental seja, por vezes, destituído de possibilidade de contribuição para decisões. O objetivo deste artigo é, através da metodologia participativa, discutir a participação popular das pessoas que fazem uso dos serviços de saúde mental com base em sua experiência. Os resultados indicam que existem desafios para a participação destes como a necessidade de mais autonomia, de superação de ideias de incapacidade relacionadas ao sofrimento psíquico e de organização dos espaços de participação de acordo com suas necessidades. Nesse sentido, incluir a perspectiva das pessoas usuárias na construção dos espaços de participação é essencial.