Participação popular em saúde mental: o que pessoas usuárias têm a dizer
Apesar de ser um direito desde a criação do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, a participação da população nas políticas públicas de saúde tem sido um desafio. A ideia de desrazão socialmente relacionada a pessoas em sofrimento psíquico faz com que o saber de pessoas usuárias dos serviços de sa...
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| Publicado en: | URI:https://journals.openedition.org/eces, |
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| Autores principales: | , , , , , , |
| Formato: | Article ou chapitre numérique |
| Lenguaje: | Portugais |
| Publicado: |
e-cadernos CES
2025
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Sumario: | Apesar de ser um direito desde a criação do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, a participação da população nas políticas públicas de saúde tem sido um desafio. A ideia de desrazão socialmente relacionada a pessoas em sofrimento psíquico faz com que o saber de pessoas usuárias dos serviços de saúde mental seja, por vezes, destituído de possibilidade de contribuição para decisões. O objetivo deste artigo é, através da metodologia participativa, discutir a participação popular das pessoas que fazem uso dos serviços de saúde mental com base em sua experiência. Os resultados indicam que existem desafios para a participação destes como a necessidade de mais autonomia, de superação de ideias de incapacidade relacionadas ao sofrimento psíquico e de organização dos espaços de participação de acordo com suas necessidades. Nesse sentido, incluir a perspectiva das pessoas usuárias na construção dos espaços de participação é essencial. |
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