Divagações quiméricas sobre os limites do humano: uma ode à monstruosidade

Com o título do artigo indica, busco questionar a universalidade do conceito de humanidade a partir da concepção de monstruosidade, tão próxima à de animalidade. Ao contrário de como a humanidade se apresenta, esta não configura universalidade, mas sim universalização, perpetuando a desumanização de...

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Detalhes bibliográficos
Publicado no:URI:https://journals.openedition.org/eces,
Autor principal: Pfeil, Bruno Latini
Formato: Article ou chapitre numérique
Idioma:Portugais
Publicado em: e-cadernos CES 2024
Assuntos:
Acesso em linha:Accès Université d'Orléans et IFPM
Accès Université d'Orléans et IFPM
Descrição
Resumo:Com o título do artigo indica, busco questionar a universalidade do conceito de humanidade a partir da concepção de monstruosidade, tão próxima à de animalidade. Ao contrário de como a humanidade se apresenta, esta não configura universalidade, mas sim universalização, perpetuando a desumanização de corporalidades que não espelham os ideais da modernidade. A estes corpos, atribui-se a figura do monstro, que legitima a humanidade do Eu colonial. Categorias como o Animal e a Outridade surgem para designar estes Outros, opostos ao Eu. Assim, o objetivo desta pesquisa é refletir sobre os limites do humano, tendo a figura da quimera – uma simbiose entre dragão, mamífero e réptil – como representação desta monstruosidade tão perigosa para a humanidade.