Atravessando o mangue com Maryse Condé: a crise entre assimilação, ventriloquia, resistência e liberdade
A proposta do presente trabalho é analisar até que ponto a escritora caribenha Maryse Condé atua como ventríloquo da tradição literária dominante, tida aqui como o modelo imperial colonial, ao mesmo tempo que articula em seus textos processos de resistência, ruptura e subversão em relação à cultura...
Uloženo v:
| Vydáno v: | URI:https://journals.openedition.org/eces, |
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| Hlavní autor: | |
| Médium: | Article ou chapitre numérique |
| Jazyk: | Portugais |
| Vydáno: |
e-cadernos CES
2013
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| Témata: | |
| On-line přístup: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Shrnutí: | A proposta do presente trabalho é analisar até que ponto a escritora caribenha Maryse Condé atua como ventríloquo da tradição literária dominante, tida aqui como o modelo imperial colonial, ao mesmo tempo que articula em seus textos processos de resistência, ruptura e subversão em relação à cultura dominante. Em meio a muitas ambivalências deste posicionamento, veremos que as questões levantadas acerca da identidade diaspórica são fundamentais para descrever os diferentes percursos por onde a escritora se ancorou e as razões pelas quais tais ancoragens se refletem em seus romances. A teorização de Stuart Hall e de Boaventura de Sousa Santos sobre identidades em contextos pós-coloniais foi fundamental para o sucesso desta análise. |
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