A vida se ergue mesmo nas ruínas: os jardins do inumano como paisagem essencial
A partir de estudos antropológicos que são críticos do chamado Antropoceno e de seu impacto no planeta e nas demais formas de vida, o presente artigo, levando também em conta o ponto de vista dos povos originários, analisa como o conceito de inumanidade pode ser visto como alternativa ao regime ocid...
Enregistré dans:
| Udgivet i: | URI:https://journals.openedition.org/eces, |
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| Hovedforfatter: | |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Sprog: | Portugais |
| Udgivet: |
e-cadernos CES
2023
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| Fag: | |
| Online adgang: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Summary: | A partir de estudos antropológicos que são críticos do chamado Antropoceno e de seu impacto no planeta e nas demais formas de vida, o presente artigo, levando também em conta o ponto de vista dos povos originários, analisa como o conceito de inumanidade pode ser visto como alternativa ao regime ocidental e às “ruínas” que resultam de sua dominação. A partir também da teoria da animalidade, que questiona a superioridade humana sobre os demais seres, o presente artigo se conclui reafirmando a importância das artes como forma de pensar o inumano e outras possibilidades de vida, utilizando como exemplos para tal alguns escritos de Virginia Woolf e Clarice Lispector. |
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