Hipótese sacrificial
Porque é que os estudos prisionais não explicam fenómenos notórios como a violência institucional nos lugares com mais segurança do mundo, a muito diferente criminalização dos sexos e das classes sociais, as intenções declaradas e incumpridas pelos estados de respeito dos direitos humanos? Porque é...
Gespeichert in:
| Veröffentlicht in: | URI:https://journals.openedition.org/eces, |
|---|---|
| 1. Verfasser: | |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Sprache: | Portugais |
| Veröffentlicht: |
e-cadernos CES
2022
|
| Schlagworte: | |
| Online Zugang: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Zusammenfassung: | Porque é que os estudos prisionais não explicam fenómenos notórios como a violência institucional nos lugares com mais segurança do mundo, a muito diferente criminalização dos sexos e das classes sociais, as intenções declaradas e incumpridas pelos estados de respeito dos direitos humanos? Porque é que, a este respeito, dominam os preconceitos ideológicos? As penas penitenciárias são fenómenos modernos, a par do trabalho assalariado. Os abolicionismos das prisões e do capitalismo têm histórias separadas. Têm em comum o facto de terem sido recuperados pelo sistema, estando hoje fora de jogo. Os segredos das prisões são acompanhados por outros buracos negros cognitivos, como as necessidades sociais de organizar sacrifícios humanos, nas penitenciárias e no trabalho. Incluir na análise a economia sacrificial pode ajudar a ultrapassar as limitações epistémicas actuais. |
|---|