As configurações de género nos regimes prisionais e a reprodução da carceralidade
Este artigo reflete questões emergentes da investigação sobre as configurações de género nos regimes prisionais, desde a década de 1950 até à atualidade, que tomou como ponto de partida duas prisões femininas em Portugal. A análise das configurações de género nos regimes prisionais, através da etnog...
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| Xuất bản năm: | URI:https://journals.openedition.org/eces, |
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| Tác giả chính: | |
| Định dạng: | Article ou chapitre numérique |
| Ngôn ngữ: | Portugais |
| Được phát hành: |
e-cadernos CES
2022
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| Những chủ đề: | |
| Truy cập trực tuyến: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Tóm tắt: | Este artigo reflete questões emergentes da investigação sobre as configurações de género nos regimes prisionais, desde a década de 1950 até à atualidade, que tomou como ponto de partida duas prisões femininas em Portugal. A análise das configurações de género nos regimes prisionais, através da etnografia feminista em ação, evidenciou a reprodução da carceralidade assente em três linhas de força: a cultura patriarcal do castigo e a prisão; os regimes prisionais e a carceralidade de género; e o continuum carcerário e a geografia carcerária. Argumenta-se que as causas e os efeitos da prisão penitenciária, ao longo do tempo, apesar de algumas variações, têm-se mantido mais ou menos estáveis, alimentando a reprodução da carceralidade que gera a produção de subjetividades criminalizadas e a manutenção do statu quo masculino branco, legitimando o poder do Estado e das elites políticas e económicas capitalistas na gestão heteropatriarcal e colonial da vida. |
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