O “cárcere” dos inocentes: os preventórios para os filhos dos pacientes de hanseníase no Brasil
A política de isolamento compulsório da hanseníase praticada no Brasil entre as décadas de 1920 e 1980 segregou não apenas os acometidos pela doença, mas também seus filhos. Apesar da enfermidade não ser hereditária, os menores eram isolados em uma das 36 instituições preventoriais coordenadas, espe...
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| الحاوية / القاعدة: | URI:https://journals.openedition.org/eces, |
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| المؤلفون الرئيسيون: | , , |
| التنسيق: | Article ou chapitre numérique |
| اللغة: | Portugais |
| منشور في: |
e-cadernos CES
2022
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| الموضوعات: | |
| الوصول للمادة أونلاين: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| الملخص: | A política de isolamento compulsório da hanseníase praticada no Brasil entre as décadas de 1920 e 1980 segregou não apenas os acometidos pela doença, mas também seus filhos. Apesar da enfermidade não ser hereditária, os menores eram isolados em uma das 36 instituições preventoriais coordenadas, especialmente, por entidades filantrópicas. Nesses estabelecimentos, a trajetória dos internos foi marcada pela violência em suas diversas faces: física, institucional, social e psicológica. O desligamento da instituição era igualmente traumático, dado o despreparo para a vida extramuros. A política de segregação dos filhos das pessoas com hanseníase foi executada também em outros países, como Portugal. |
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