Geografias da Urbanização Planetária
Neste artigo, parte-se da ideia de que em anos recentes o conceito de hinterland explodiu. Sob a era da globalização – ou Capitalismoceno –, a evolução dos sistemas sociotécnicos diminui os custos de circulação e transação de mercadorias, informação, energia ou capital, que antes só a aglomeração pe...
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| Publicado no: | URI:https://journals.openedition.org/eces, |
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| Principais autores: | , |
| Formato: | Article ou chapitre numérique |
| Idioma: | Portugais |
| Publicado em: |
e-cadernos CES
2022
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| Assuntos: | |
| Acesso em linha: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Resumo: | Neste artigo, parte-se da ideia de que em anos recentes o conceito de hinterland explodiu. Sob a era da globalização – ou Capitalismoceno –, a evolução dos sistemas sociotécnicos diminui os custos de circulação e transação de mercadorias, informação, energia ou capital, que antes só a aglomeração permitia. As formas e os processos resultantes da Urbanização Planetária emergem em qualquer lugar onde o interesse do capital se manifeste, seja no bairro de lata, no condomínio de luxo ou nas Company Towns. O hinterland é hoje maioritariamente construído pelas geografias do extrativismo e do mercado de commodities. Partindo do exemplo paradigmático de Parauapebas – no estado do Pará, região produtora de minério na Amazónia brasileira – sobre este tema, propõe-se a sistematização de algumas formas recorrentes da urbanização e seus respetivos processos, formando uma espécie de puzzle urbano contemporâneo. |
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