A contestação pelo corpo. A realidade prosaica das políticas gestionárias numa fábrica de mobiliário
O esforço de explicar e compreender os efeitos que a “modernização” e as “novas tecnologias” têm sobre os diferentes operários exige encarar a fábrica como universo existencial e como configuração de poder. Este artigo procura, primeiro, explorar as condições de possibilidade e os processos específi...
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| Publicat a: | URI:https://journals.openedition.org/eces, |
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| Autor principal: | |
| Format: | Article ou chapitre numérique |
| Idioma: | Portugais |
| Publicat: |
e-cadernos CES
2012
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| Matèries: | |
| Accés en línia: | Accès Université d'Orléans et IFPM Accès Université d'Orléans et IFPM |
| Sumari: | O esforço de explicar e compreender os efeitos que a “modernização” e as “novas tecnologias” têm sobre os diferentes operários exige encarar a fábrica como universo existencial e como configuração de poder. Este artigo procura, primeiro, explorar as condições de possibilidade e os processos específicos de aquisição, conservação e transmissão de uma maneira de ser, ver e fazer particular à “arte”, um “saber de cor” intuitivo e incorporado que resiste às tentativas de explicação intelectualistas. Depois, é prestada uma atenção particular à interrogação sociológica das experiências de contra-socialização e des-envolvimento que podem representar as “mudanças”, mesmo aquelas na aparência puramente técnicas e organizacionais, trazidas pelas “novas” políticas gestionárias. |
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